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	<title>Portal SindComerciários &#187; Fecomerciários em Destaque</title>
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	<description>SindComerciários - Sindicato dos Comerciários de Bragança Paulista e Região</description>
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		<title>Respeito, igualdade e dignidade à mulher!</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 17:57:04 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Fecomerciários em Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Pelo segundo ano consecutivo o evento “Mulher Valorizada, Comerciária Fortalecida” reuniu quatro mil trabalhadoras no Complexo Eco, em Avaré, para celebrar o 8 de Março, Dia da Mulher. Oriundas das bases territoriais dos Sincomerciários e Sinprafarmas filiados à Fecomerciários, as trabalhadoras aprovaram, por unanimidade, 12 deliberações, que agora norteiam suas ações unitárias no Estado. São &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo segundo ano consecutivo o evento “Mulher Valorizada, Comerciária Fortalecida” reuniu quatro mil trabalhadoras no Complexo Eco, em Avaré, para celebrar o 8 de Março, Dia da Mulher. Oriundas das bases territoriais dos Sincomerciários e Sinprafarmas filiados à Fecomerciários, as trabalhadoras aprovaram, por unanimidade, 12 deliberações, que agora norteiam suas ações unitárias no Estado. São elas:</p>
<p><strong>1) </strong>Fim da escala 6&#215;1 e adoção da 5&#215;2. 40 horas semanais de trabalho, sem redução salarial e sem horas extras.</p>
<p><strong>2) </strong>Segurança e saúde física e mental das comerciárias, dentro e fora dos ambientes de trabalho.</p>
<p><strong>3) </strong>Presença das comerciárias na política e no Sindicato.</p>
<p><strong>4)</strong> Fornecimento de mais serviços e benefícios sindicais voltados à mulher.</p>
<p><strong>5) </strong>Novos cursos gratuitos de qualificação profissional às comerciárias.</p>
<p><strong>6)</strong> Igualdade de gênero, fim das desigualdades, das discriminações, dos assédios e da violência à mulher. Combater o feminicídio com rigor!</p>
<p><strong>7) </strong>Políticas públicas às famílias sustentadas por mulheres “solo” e que também amparem órfãos e demais dependentes de vítimas de feminicídio.</p>
<p><strong>8)</strong> Delegacias da Mulher funcionando 24 horas por dia. Todos os dias!</p>
<p><strong>9)</strong> Creches aos filhos das comerciárias com horários e dias de funcionamento ampliados.</p>
<p><strong>10) </strong>Negociações Coletivas fortes.</p>
<p><strong>11) </strong>Sindicalização ampla.</p>
<p><strong>12) </strong>Voto consciente nas eleições de outubro para elegermos os legítimos representantes das comerciárias.</p>
<p><strong>O maior Dia da Mulher do Brasil!</strong></p>
<p>As comerciárias aproveitaram cada minuto daquele domingo, 15, tão especial, com a realização da 16ª edição do nosso evento “Mulher Valorizada, Comerciária Fortalecida!”. Elas fizeram o maior Dia da Mulher do Brasil! Só o sindicalismo comerciário paulista faz isso. Ou seja, reunir milhares de trabalhadoras de uma única categoria e num único lugar! As comerciárias têm força dentro e fora dos locais de trabalho. Chegaram em Avaré com o respaldo dos seus respectivos Sindicatos, combativos defensores das justas reivindicações femininas durante todo o ano!</p>
<p><strong>Reafirmação</strong></p>
<p>Nossa celebração ao Dia da Mulher reafirmou o nosso posicionamento por respeito, igualdade e dignidade à mulher. Ao lado da coordenadora do Conselho da Mulher da Federação, Regina Pessoti, e demais 12 presidentes mulheres dos nossos Sindicatos, celebramos a data com reflexões que, previamente, ganharam as ruas da base sindical comerciária paulista com a exposição de outdoors pelo interior do Estado, logo no início de março. Foram homenagens às comerciárias feitas de forma integrada. Além das suas comemorações individuais, Sincomerciários e Sinprafarmas reforçaram as reivindicações femininas com a veiculação de três modelos de outdoors impressos ou digitais. Ao meu lado, nesses outdoors produzidos pela Federação, apareceram as lideranças dos seus Sindicatos. Juntos, assinamos as seguintes mensagens:</p>
<p><strong>1) </strong>LUTE COMO UMA COMERCIÁRIA!</p>
<p><strong>2) </strong>POR RESPEITO E DIGNIDADE À MULHER!</p>
<p><strong>3) </strong>IGUALDADE, EMPREGO, RENDA E OPORTUNIDADE!</p>
<p>O “Mulher Valorizada, Comerciária Fortalecida” reafirmou esse posicionamento unitário sob o tema “Nossa Voz Move. Nossa Força Decide”. E eu, enquanto Deputado Federal, já estou levando estas deliberações para o Congresso Nacional visando ampliar e fortalecer essas pautas na esfera política. As causas femininas se potencializaram naquele histórico domingo, 15 de março, quando reforçamos o nosso compromisso de unir esforços, acabar com a escala 6&#215;1 e trabalhar pela adoção da 5&#215;2, ou seja, uma jornada de trabalho de 40 horas semanais. A classe trabalhadora precisa ter tempo livre para viver!</p>
<p><strong>Luiz Carlos Motta &#8211; Presidente da Fecomerciários, da CNTC e Deputado Federal</strong></p>
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		<title>Pela valorização do salário mínimo!</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 16:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fecomerciários em Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Luiz Carlos Motta O primeiro passo rumo à adoção do Salário Mínimo no Brasil se deu com a Lei 185, de 14 de janeiro de 1936. Rumo a essa regulamentação veio o Decreto-Lei 399, em 1938. A sua vigência oficial foi efetivada com o Decreto-Lei 2162 de 1º de Maio de 1940, durante o Governo &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Luiz Carlos Motta</p>
<p>O primeiro passo rumo à adoção do Salário Mínimo no Brasil se deu com a Lei 185, de 14 de janeiro de 1936. Rumo a essa regulamentação veio o Decreto-Lei 399, em 1938. A sua vigência oficial foi efetivada com o Decreto-Lei 2162 de 1º de Maio de 1940, durante o Governo Getúlio Vargas. Portanto, o dia 14 de janeiro celebra uma marca que define importante promoção da Justiça Social, iniciada há 90 anos. Como representante dos trabalhadores, dentro e fora do Congresso Nacional, entendo que esta data vai muito além de um registro no calendário. Ela também nos leva às origens de mais um momento de profunda reflexão trabalhista sobre a evolução da dignidade humana no Brasil.</p>
<p>Miséria e exploração</p>
<p>Para compreendermos o valor desta conquista, é preciso olhar para o que o Brasil era antes de 1936. Naquela época, a ausência de um piso nacional permitia que o trabalho beirasse a barbárie. Sem uma base legal, os patrões pagavam o que queriam, condenando, muitas vezes, o trabalhador a uma vida de miséria e também de exploração, dadas as exaustivas jornadas de trabalho, que poderiam chegar a 14 horas diárias. Não existia o conceito de descanso semanal remunerado; o corpo do trabalhador era explorado até o limite das suas forças.</p>
<p>Valorização</p>
<p>A criação do Salário Mínimo rompeu com esse ciclo de injustiça. Ele tem como objetivo estabelecer a base mínima de sustento de uma família. Sua instituição foi um passo fundamental na tentativa de garantir ao cidadão o direito de prover alimentação, moradia e higiene com o fruto do seu trabalho. Embora tenhamos avançado muito, a luta não terminou. No sindicalismo comerciário e na Câmara dos Deputados, defendo que o Salário Mínimo, hoje em R$ 1.621,00, seja permanentemente valorizado. Afinal, o Piso Nacional também serve de parâmetro para a definição dos pisos salariais das categorias profissionais na hora da negociação coletiva. Reconhecer sua importância histórica é ponto decisivo para mantermos o nosso compromisso pela sua valorização.</p>
<p>Luiz Carlos Motta é presidente da CNTC, da Fecomerciários e Deputado Federal.</p>
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		<title>Adultização infantil: um alerta que o Brasil precisa ouvir!</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 13:48:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fecomerciários em Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas últimas semanas, a adultização infantil tem gerado debates importantes no Brasil, após a denúncia de um dos maiores influenciadores do Brasil, o Felca. Estamos vendo crianças e adolescentes, cada vez mais cedo, sendo expostos a comportamentos, responsabilidades e pressões que pertencem ao mundo dos adultos e não ao universo lúdico e protegido que deveria &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="ql-align-justify" style="text-align: justify;">Nas últimas semanas, a adultização infantil tem gerado debates importantes no Brasil, após a denúncia de um dos maiores influenciadores do Brasil, o Felca. Estamos vendo crianças e adolescentes, cada vez mais cedo, sendo expostos a comportamentos, responsabilidades e pressões que pertencem ao mundo dos adultos e não ao universo lúdico e protegido que deveria marcar essa fase da vida. Essa exposição precoce não é apenas um detalhe cultural ou um modismo das redes sociais. Ela pode trazer sérias consequências: afeta a autoestima, compromete o desenvolvimento emocional e abre caminho para algo ainda mais grave e inaceitável: o trabalho infantil.</p>
<p class="ql-align-justify" style="text-align: justify;"><strong>Trabalho infantil</strong></p>
<p class="ql-align-justify" style="text-align: justify;">Os dados são preocupantes. No Brasil, mais de 1,6 milhão de crianças e adolescentes entre cinco e 17 anos estão trabalhando, muitas vezes em atividades perigosas, exaustivas e sem nenhuma proteção. Isso significa que, em vez de estarem na escola ou brincando, estão sendo privadas de aprender, sonhar e se preparar para o futuro. Quando uma criança trabalha antes da hora, além de colocar em risco a própria saúde, ela limita suas oportunidades de qualificação e, consequentemente, sua chance de romper o ciclo de pobreza.</p>
<p class="ql-align-justify" style="text-align: justify;"><strong>Estudar, brincar e sonhar!</strong></p>
<p class="ql-align-justify" style="text-align: justify;">Temos uma bandeira muito clara na Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo (Fecomerciários) e na Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC): infância é para estudar, brincar e sonhar! Atuamos lado a lado com Sindicatos e empresas responsáveis para conscientizar, fiscalizar e propor políticas que eliminem o trabalho infantil, ao mesmo tempo em que promovemos a educação, a cultura e o esporte como caminhos para o desenvolvimento.</p>
<p class="ql-align-justify" style="text-align: justify;"><strong>Luta da sociedade</strong></p>
<p class="ql-align-justify" style="text-align: justify;">Essa luta não é somente dos Sindicatos ou do poder público. É de toda a sociedade. Pais, mães, educadores, empresários e autoridades precisam se unir para proteger nossas crianças. E isso exige, antes de tudo, colocar o Brasil e o bem-estar das pessoas acima de qualquer disputa política.</p>
<p class="ql-align-justify" style="text-align: justify;"><strong>Futuro</strong></p>
<p class="ql-align-justify" style="text-align: justify;">Se quisermos um futuro mais justo e próspero, devemos garantir que nossas crianças e adolescentes tenham o direito de viver plenamente a infância, longe do trabalho, da exploração e perto de oportunidades que lhes deem asas para voar. Proteger a infância é proteger o futuro do Brasil. Essa é, e continuará sendo, uma das minhas maiores missões como parlamentar e como líder sindical comerciário.</p>
<p class="ql-align-justify" style="text-align: justify;">
<p class="ql-align-justify" style="text-align: justify;">Luiz Carlos Motta. Presidente da Fecomerciários, da CNTC e Deputado Federal.</p>
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		<title>A proteção à mulher não pode esperar!</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 14:05:18 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Fecomerciários em Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente, fui impactado por mais um caso de violência contra a mulher. Aconteceu no município de Divisa Alegre, Minas Gerais. Uma mulher foi brutalmente agredida e ameaçada de morte pelo ex-namorado, mesmo contando com medida protetiva judicial. Esse episódio não é isolado. Ele escancara uma ferida aberta da nossa sociedade, uma incapacidade de garantir, na &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="col-12 bloco-texto" data-v-54b62250="">
<p class="ql-align-justify">Recentemente, fui impactado por mais um caso de violência contra a mulher. Aconteceu no município de Divisa Alegre, Minas Gerais. Uma mulher foi brutalmente agredida e ameaçada de morte pelo ex-namorado, mesmo contando com medida protetiva judicial. Esse episódio não é isolado. Ele escancara uma ferida aberta da nossa sociedade, uma incapacidade de garantir, na prática, a segurança das mulheres, mesmo quando há ordens legais em vigor.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong>1.492 mortes</strong></p>
<p class="ql-align-justify">Esse caso soma-se a uma estatística que nos envergonha. Embora os índices gerais de violência tenham apresentado queda no Brasil em 2024, os casos de feminicídio aumentaram. Foram 1.492 mulheres mortas apenas por serem mulheres. A maioria era jovem, negra e foi assassinada dentro da própria casa, um ambiente que, em tese, deveria representar proteção e acolhimento.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong>Comprometimento </strong></p>
<p class="ql-align-justify">A proteção à mulher não pode esperar. Proteger é agir. Denunciar é salvar. O combate à violência de gênero não se faz com discursos, mas com políticas públicas robustas, orçamento direcionado, fiscalização e, sobretudo, comprometimento. Como deputado federal, tenho buscado transformar a indignação em ação legislativa. Apresentei emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias para ampliar recursos destinados a políticas de enfrentamento à violência contra a mulher. Defendi e votei a favor do projeto que garante medidas protetivas imediatas, sem necessidade de autorização judicial. Esse avanço é fundamental para garantir resposta rápida diante do risco. Apoiei, ainda, projetos que fortalecem a Lei Maria da Penha, ampliando seu alcance para outras formas de violência doméstica, como a patrimonial, a moral e a psicológica, muitas vezes invisibilizadas, mas igualmente destrutivas.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong>Convenção 190</strong></p>
<p class="ql-align-justify">Como líder sindical comerciário atuo pela ratificação da Convenção 190 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que trata da eliminação da violência e do assédio no ambiente de trabalho, mais um espaço em que muitas mulheres enfrentam abusos silenciosos.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong>Voz</strong></p>
<p class="ql-align-justify">Enquanto parlamentar, sigo convicto de que o nosso papel é legislar para proteger e dar voz a quem, por muito tempo, foi silenciada. Mas essa luta não é apenas do Parlamento. É da sociedade como um todo. É preciso que governos estaduais e municipais fortaleçam suas redes de atendimento. Que a Justiça aja com celeridade. E que cada um de nós, como cidadãos, sejamos capazes de denunciar, acolher e apoiar.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong>180</strong></p>
<p class="ql-align-justify">A mulher que sofre violência não está sozinha. Existem caminhos de apoio, e o primeiro passo pode ser o mais difícil, mas é também o mais importante: denunciar. Ligue 180. É grátis e o sigilo, absoluto. Proteger é mais do que um dever, é um compromisso com o presente e com o futuro que queremos construir.</p>
<p>Luiz Carlos Motta. Presidente da Fecomerciários e Deputado Federal.</p>
</div>
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		<title>Pejotização é precarização!</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 18:08:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fecomerciários em Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[O sindicalismo comerciário está atento aos impactos da suspensão nacional de todos os processos judiciais que discutem a legalidade ou não da contratação de trabalhadores como Pessoas Jurídicas (PJ), prática conhecida como “Pejotização”, anunciada pelo ministro do STF, Gilmar Mendes, em 14 de abril de 2025. Nossa mobilização unitária tem como objetivo reverter a decisão. &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="col-12 bloco-texto" data-v-54b62250="">
<p>O sindicalismo comerciário está atento aos impactos da suspensão nacional de todos os processos judiciais que discutem a legalidade ou não da contratação de trabalhadores como Pessoas Jurídicas (PJ), prática conhecida como “Pejotização”, anunciada pelo ministro do STF, Gilmar Mendes, em 14 de abril de 2025. Nossa mobilização unitária tem como objetivo reverter a decisão. A indignação é geral e as consequências preocupam todos nós! A medida vale até o julgamento do Recurso Extraordinário com Agravo número 1.532.603, que trata do Tema 1389 de repercussão geral, previsto para o segundo semestre de 2025.</p>
<p>Diálogo</p>
<p>Daí, a real necessidade de agendarmos uma audiência com o ministro Gilmar Mendes, num encontro conciliador e esclarecedor, seguido pela tentativa de sensibilizá-lo para a nossa esperada reversão da citada decisão. O caminho, mais uma vez, é o diálogo, sem confronto, mesma postura que temos que tomar para esclarecermos os papéis dos Sindicatos, das Federações, das Confederações e das Centrais Sindicais, diante da questão. A proposta é esclarecer a situação, valorizar o Direito do Trabalho, a Justiça do Trabalho, o Ministério Público do Trabalho, a Inspeção do Trabalho, a advocacia trabalhista e suas devidas competências, prevenindo qualquer tipo de agressão à ordem jurídica. A suspensão dos processos gerou forte reação das entidades da magistratura, do Ministério Público do Trabalho e da advocacia trabalhista. Afinal, está sendo divulgado que a decisão busca uniformizar o entendimento sobre a validade dos contratos de “Pejotização” e questionar a competência da Justiça do Trabalho para julgar possíveis fraudes, transferindo essa competência para a Justiça Comum.</p>
<p>Constituição</p>
<p>Com a decisão do ministro Gilmar Mendes, os pilares fundamentais da proteção social garantidos pela Constituição Federal de 1988 acabam ameaçados. Sendo assim, é recomendável que os demais ministros do STF também entendam o quanto essa decisão desrespeita a Constituição Federal e atinge a Justiça e o Direito do Trabalho. Para a classe trabalhadora, a “Pejotização” irrestrita representa a destruição do vínculo empregatício, constitucionalmente previsto. Abre a porta para contratações precárias, sem garantias, direitos e dignidade, situações que precisamos evitar. Essa ameaçadora realidade coloca milhões de trabalhadores à mercê da brutal exploração da mão de obra e enfraquece toda a estrutura de proteção social construída ao longo de décadas. Reafirmo o meu compromisso com a defesa dos direitos sociais e trabalhistas. Sou movido pela intenção de reverter essa decisão do ministro Gilmar Mendes, assegurando à Justiça do Trabalho o desempenho do seu importante papel na proteção social e humana da classe trabalhadora.</p>
<p>Efeitos</p>
<p>Cito alguns argumentos dos efeitos nocivos da suspensão de todos os processos judiciais de “Pejotização”, que interrompe o acesso à Justiça Trabalhista para trabalhadores que questionam vínculos mascarados pela “Pejotização”. A saber:</p>
<p>● Prejuízo ao combate às fraudes nas relações de trabalho.</p>
<p>● Conflito com a jurisprudência consolidada da Justiça do Trabalho.</p>
<p>● Afronta ao artigo 114 da Constituição, que define a competência da Justiça do Trabalho.</p>
<p>● Acúmulo de ações judiciais.</p>
<p>● Insegurança jurídica para empresas e trabalhadores.</p>
<p>A exemplo da minha postura diante da terceirização irrestrita da mão de obra, também considero a “Pejotização” como precarização. Reitero o compromisso do movimento sindical comerciário por um tratamento justo e igualitário para todos os trabalhadores, “Pejotizados” ou não, tendo a Justiça do Trabalho como respaldo na defesa dos seus direitos garantidos em lei. Esta fraude aos direitos sociais do trabalhador também desrespeita a dignidade humana, com a ampliação dos seus desmandos. É preciso fazer valer os direitos fundamentais da classe trabalhadora consagrados na Constituição Federal.</p>
<p>Luiz Carlos Motta</p>
<p>Presidente da Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo (Fecomerciários), da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC) e Deputado Federal.</p>
</div>
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		<title>Equilíbrio e Dignidade</title>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2025 13:54:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fecomerciários em Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[O mês do trabalhador, em função do 1º de Maio, é tempo de reconhecimento, mas também de reflexão. E uma das pautas mais urgentes que defendo é a valorização da saúde mental no ambiente de trabalho, especialmente diante de escalas exaustivas como a 6&#215;1, que priva o trabalhador do descanso digno e do convívio com &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="col-12 bloco-texto" data-v-54b62250="">
<p class="ql-align-justify">O mês do trabalhador, em função do 1º de Maio, é tempo de reconhecimento, mas também de reflexão. E uma das pautas mais urgentes que defendo é a valorização da saúde mental no ambiente de trabalho, especialmente diante de escalas exaustivas como a 6&#215;1, que priva o trabalhador do descanso digno e do convívio com a família. Quem trabalha no comércio, no setor de serviços ou em grandes redes sabe o que é isso: são semanas seguidas sem pausa suficiente, com pressão por metas e pouca valorização do ser humano. Isso adoece. E a saúde mental não pode mais ser tratada como tabu.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong>NR-1 e 6&#215;1</strong></p>
<p class="ql-align-justify">Está prevista a entrada em vigor da nova atualização da Norma Regulamentadora número 1 (NR-1), do Ministério do Trabalho. Ela exige que as empresas adotem medidas de prevenção aos riscos psicossociais, como o estresse, o assédio e a sobrecarga emocional. Isso é um avanço. Pela primeira vez a legislação reconhece que saúde no trabalho não é só evitar acidente físico, mas também proteger a mente de quem trabalha. Essa atualização vai exigir planejamento, diálogo e responsabilidade. Não podemos admitir que o trabalhador siga adoecendo silenciosamente. Por isso, defendo que esse novo momento também traga à tona o debate sobre a escala 6&#215;1. Não para prejudicar as empresas, mas para buscar equilíbrio, porque ninguém rende bem sem descanso, sem lazer, sem tempo para estar com quem ama.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong>Leis humanas</strong></p>
<p class="ql-align-justify">Como Deputado Federal, presidente da Fecomerciários e da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), tenho levado esse assunto para uma discussão séria, sem ideologias. No 1º de Maio, comemorado pelos comerciários paulistas no Centro de Lazer dos Comerciários, em Avaré, deixei claro essas duas pautas importantes para mais de 3,5 mil trabalhadoras e trabalhadores. É preciso avançar na discussão e com agilidade. Defender a saúde mental é defender a família, a fé, a dignidade de quem levanta cedo e movimenta nossa economia. Sou deputado municipalista, ligado às bases, e sei o quanto esse tema impacta a vida real das pessoas. Seguirei firme, em Brasília e nos municípios, para que tenhamos leis mais humanas e jornadas mais justas. O Brasil precisa valorizar quem trabalha. E isso começa por respeitar seus limites.</p>
<p class="ql-align-justify">Luiz Carlos Motta</p>
<p class="ql-align-justify">Deputado Federal (PL/SP), presidente da Fecomerciários e da CNTC.</p>
</div>
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		<title>1º de Maio forte!</title>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2025 13:47:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fecomerciários em Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[As celebrações ao 1º de Maio permitem ao movimento sindical comerciário paulista reafirmar as suas justas reivindicações por emprego formal, salário com poder de compra, manutenção de direitos, segurança e saúde (inclusive mental), das trabalhadoras e dos trabalhadores. Igualmente, o Dia do Trabalho nos une e nos fortalece para exercermos, cada vez mais, o chamado &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="col-12 bloco-texto" data-v-54b62250="">
<p>As celebrações ao 1º de Maio permitem ao movimento sindical comerciário paulista reafirmar as suas justas reivindicações por emprego formal, salário com poder de compra, manutenção de direitos, segurança e saúde (inclusive mental), das trabalhadoras e dos trabalhadores. Igualmente, o Dia do Trabalho nos une e nos fortalece para exercermos, cada vez mais, o chamado Sindicalismo-Cidadão. Ou seja: a prática de ações que transpõem o sindicalismo e que hoje estão consolidadas nas bases territoriais dos 72 Sindicatos Filiados à Federação. O exemplificam a construção de 14 mil casas no Estado pela Cooperativa Habitacional da Federação, a instalação de creches e a promoção de cursos de capacitação profissional.</p>
<p>Avaré</p>
<p>No ano em que a Fecomerciários comemora 86 anos de fundação (celebrados em 9 de abril), os mais de 2,5 milhões de comerciários e práticos de farmácia que representamos no Estado comemoram o Dia do Trabalho nas respectivas bases territoriais dos Sincomerciários e Sinprafarmas Filiados à Fecomerciários que, por sua vez, prepara a quarta edição do 1º de Maio dos Comerciários. O maior Dia do Trabalho do Brasil vai reunir cerca de quatro mil trabalhadoras e trabalhadores de uma única categoria num único lugar. É com este elenco federativo, comerciários e práticos de farmácia que estaremos no Eco Blue Acqua Park, o único Parque Aquático mantido pelo sindicalismo brasileiro, localizado na Estância Turística de Avaré e mantido pela Federação.</p>
<p>União</p>
<p>Em torno do tema “Unidos Somos Fortes!”, vamos aliar momentos de reflexão com o merecido lazer à categoria que mais trabalha no Brasil. Faremos reflexões sobre as justas reivindicações comerciárias, destacando que precisamos de Sindicatos e Convenções Coletivas de Trabalho valorizadas para avançarmos na nossa luta por conquistas econômicas e sociais! Essas reflexões vão unificar e fortalecer o sindicalismo comerciário paulista e também darão suporte às minhas ações enquanto Deputado Federal. O meu trabalho em Brasília ganha forças quanto mais fortes os Sindicatos forem. Nosso papel é resistir a quaisquer tentativas de desmonte dos Sindicatos e a consequente retirada de direitos da classe trabalhadora. Sim, esta quarta edição do 1º de Maio dos Comerciários tem a missão de resistir e potencializar o atendimento das nossas reivindicações por melhores condições de trabalho e de vida para os comerciários e práticos de farmácia paulistas, com emprego, salário, direitos, segurança e saúde. Sigamos juntos pela valorização das entidades sindicais e pelo fortalecimento das Convenções Coletivas. O 1º de Maio nos unifica!</p>
<p>Luiz Carlos Motta</p>
<p>Presidente da Fecomerciários, da CNTC e Deputado Federal</p>
</div>
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		<title>Unidas por respeito e dignidade!</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 17:29:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fecomerciários em Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Luiz Carlos Motta Oriundas da base territorial dos Sincomerciários e Sinprafarmas filiados à Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo (Fecomerciários) quatro mil comerciárias aprovaram, por unanimidade, doze deliberações durante a 15ª Edição do “Mulher Valorizada, Comerciária Fortalecida”. Comemorativo ao Dia Internacional da Mulher (8/03), o evento aconteceu dia 16 de março, domingo, &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Luiz Carlos Motta</em></p>
<div class="col-12 bloco-texto" data-v-54b62250="">
<p>Oriundas da base territorial dos Sincomerciários e Sinprafarmas filiados à Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo (Fecomerciários) quatro mil comerciárias aprovaram, por unanimidade, doze deliberações durante a 15ª Edição do “Mulher Valorizada, Comerciária Fortalecida”. Comemorativo ao Dia Internacional da Mulher (8/03), o evento aconteceu dia 16 de março, domingo, no EcoBlue Acqua Park, mantido pela Fecomerciários, em Avaré. Elas foram protagonistas, termo que batizou o encontro, de mais um momento histórico da Federação, que bateu recorde de organização, execução, qualidade e quantidade. Mobilizadas e unidas, as participantes, e seus respectivos Sindicatos, já estão multiplicando essas deliberações nos locais de trabalho. São encaminhamentos que norteiam as lutas unitárias das causas femininas no Estado de São Paulo. A saber:</p>
<p>1) Fortalecer e ampliar as cláusulas femininas nas Convenções Coletivas de Trabalho e nas Negociações Coletivas.</p>
<p>2) Lutar pela redução da jornada semanal de trabalho, sem redução salarial, que beneficie homens e mulheres de forma equânime.</p>
<p>3) Combater os assédios moral e sexual, discriminação racial, orientação sexual e etária, desigualdade e identidade de gênero, além de todo e qualquer tipo de violência à mulher.</p>
<p>4) Intensificar ações que incentivem as mulheres a ocupar seu espaço de direito no sindicalismo, na política e no mercado de trabalho.</p>
<p>5) Estimular a sindicalização feminina com ampliação de benefícios específicos nos Sindicatos.</p>
<p>6) Incrementar parcerias para a realização de cursos de qualificação profissional gratuitos.</p>
<p>7) Estimular a geração de empregos formais às mulheres, com direitos garantidos, pagamento de salários justos e promoção à inserção profissional da Pessoa com Deficiência e LGBTQI+.</p>
<p>8) Trabalhar pelo fim às perseguições às grávidas e às mães que precisam levar seus filhos ao médico.</p>
<p>9) Fomentar a instalação de creches à mãe comerciária com ampliação de horários e adequação ao horário comercial.</p>
<p>10) Criar políticas públicas que atendam as famílias sustentadas prioritária ou unicamente por mulheres.</p>
<p>11) Concentrar esforços para zelar pela saúde mental e segurança da mulher dentro e fora dos ambientes de trabalho.</p>
<p>12) Garantir salários e benefícios com igualdade de gênero: “trabalho igual, salário igual”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Luiz Carlos Motta</strong></p>
<p>Presidente da Fecomerciários, CNTC e Deputado Federal (PL/SP)</p>
</div>
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		<title>MARIA DA PENHA NELES!</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 13:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fecomerciários em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O 8 de março, Dia Internacional da Mulher, permite a reafirmação das justas reivindicações femininas por respeito e dignidade à mulher. A data foi oficializada pela Organização das Nações Unidas (ONU) na década de 70; mas a sua origem está na Rússia de 1917, quando milhares de trabalhadoras entraram em greve por melhores condições de &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O 8 de março, Dia Internacional da Mulher, permite a reafirmação das justas reivindicações femininas por respeito e dignidade à mulher. A data foi oficializada pela Organização das Nações Unidas (ONU) na década de 70; mas a sua origem está na Rússia de 1917, quando milhares de trabalhadoras entraram em greve por melhores condições de trabalho. As lutas por igualdade de gênero e combate a toda e qualquer forma de desrespeito à mulher foram se consolidando no mundo e obteve avanços, a exemplo da conquista da Lei Maria da Penha (11.340), no Brasil, em 2006.</p>
<p>Duas tentativas de homicídio</p>
<p>É por meio da trágica história da farmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes que reitero o meu firme posicionamento em defesa das integridades física, mental e patrimonial da mulher. Por anos, a cearense Maria da Penha batalhou para que fosse feita justiça diante da agressão doméstica (e pelos direitos da mulher!) que sofreu do próprio marido e pai das suas duas filhas. O agressor, professor universitário, tentou matá-la por duas vezes. Na primeira tentativa de assassinato, em 1983, ela foi ferida por ele com dois tiros nas costas enquanto dormia. O marido alegou que tinha sido um assalto. Depois do disparo, foi encontrado na cozinha gritando por socorro. Disse que os ladrões haviam fugido pela janela. Maria da Penha ficou internada por quatro meses. Voltou para a casa paraplégica e mantida em regime de isolamento completo!</p>
<p>Foi nesse período que aconteceu a segunda tentativa de homicídio. O marido a empurrou da cadeira de rodas e tentou eletrocutá-la embaixo do chuveiro. Marco Antônio Herredia Viveros foi a júri duas vezes. Em 1991, quando seus advogados anularam o julgamento e, em 1996, quando foi condenado a dez anos e seis meses de prisão, mas recorreu. Viveros só foi preso, de fato, em 2002, 19 anos depois do ocorrido, mas conseguiu ir para o regime semiaberto em 2004 e ganhou liberdade condicional em 2007.</p>
<p>Disque 180</p>
<p>Hoje, Maria da Penha é referência na atuação em movimentos sociais contra a violência e impunidade. É um símbolo contra a violência à mulher! Com ela, neste dia 08 de março unimos as nossas forças para juntos também  combatermos os assédios moral e sexual, além de repudiarmos a violência à mulher. Denuncie: disque 180 (sigilo absoluto). Maria da Penha neles!</p>
<p>Luiz Carlos Motta<br />
Presidente da Fecomerciários, CNTC e Deputado Federal (PL/SP)</p>
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		<title>Crescer mais e avançar em 2025</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 18:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fecomerciários em Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Luiz Carlos Motta* O início de um novo ano, com recesso para alguns, férias para outros, é sempre uma ótima oportunidade para fazermos um balanço de nossas vidas, tanto do ponto de vista pessoal, como profissional, institucional e político, entre outros. Gostaria de compartilhar com você, as conquistas que a Fecomerciários conseguiu durante os &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="col-12 bloco-texto" data-v-54b62250="">
<p>Por Luiz Carlos Motta*</p>
<p>O início de um novo ano, com recesso para alguns, férias para outros, é sempre uma ótima oportunidade para fazermos um balanço de nossas vidas, tanto do ponto de vista pessoal, como profissional, institucional e político, entre outros. Gostaria de compartilhar com você, as conquistas que a Fecomerciários conseguiu durante os últimos anos e, principalmente, em 2024. Diga-se de passagem, a Federação, representa, hoje, a maior categoria de trabalhadores urbanos do país: 2 milhões e 500 mil, só no Estado de São Paulo. Muitos têm no comércio, seu primeiro emprego, sendo seu salário e suas comissões, responsáveis em muitos casos, pelo pagamento dos estudos e até do sustento da família.</p>
<p>Complexo inédito</p>
<p>Diante desse cenário é natural que uma importante categoria como esta, tenha à sua disposição uma enorme gama de serviços, incluindo o lazer, para compensar jornadas estressantes de trabalho. Há pouco mais de duas semanas, tive a oportunidade de realizar um grande sonho da categoria: a inauguração do novo EcoBlue Hotel, na Estância Turística de Avaré, onde já funciona um dos maiores complexos turísticos da América Latina, o EcoBlue Acqua Park.</p>
<p>O novo Hotel, com 172 quartos, em área de terreno de 24 mil metros quadrados, foi construído com o custeio sindical, ou seja, dinheiro do próprio trabalhador que retorna em forma de benefícios. O novo EcoBlue Hotel é o ápice das celebrações dessas, de 85 anos de lutas e vitórias da Federação e, assim como o EcoBlue Acqua Park, são obras inéditas do sindicalismo brasileiro. Entre as suas dezenas de atrações está a Praia Artificial com 14 tipos de ondas, areia e quiosques e restaurante panorâmico, entre outras. A grandeza dessa nova instalação, ao lado da represa de Jurumirim, incrementou o turismo em Avaré e Região, gerando emprego e renda, durante a construção, período em que atuaram cerca de 30 empresas, que contrataram mais de 1.200 profissionais. Agora, a Federação deve contratar mais de 100 trabalhadores e trabalhadoras.</p>
<p>O sindicalismo comerciário paulista já era referência em termos de lazer e entretenimento e, agora, ganha um lugar de destaque na história sindical do País. O complexo pode ser observado por todos os que trafegam pelo quilômetro 273,5 da Rodovia João Mellão, onde foi construído o Portal do Complexo Eco, uma fachada com riqueza arquitetônica, esplendor estético e imponentes chafarizes.</p>
<p>Praia Grande</p>
<p>Uma outra grande conquista, também importante para os comerciários, está localizada há 330 quilômetros de Avaré. Trata-se do Centro de Lazer da Federação, em Praia Grande, de frente para o mar. Inaugurado em 1969, o Centro passou por diversas reformas e obras de modernização. Entre as recentes novidades, estão muitos itens que também foram implantados em Avaré, como Complexo Acqua, com duas piscinas para adultos (uma aquecida e com toboágua), uma piscina infantil com parque aquático e prainha; restaurante panorâmico e lanchonete; salões de jogos e social; espaço kids; academia; cinema; sauna e 163 quartos.</p>
<p>Tanto o Complexo em Praia Grande, como o de Avaré, cumprem rigorosamente todas as normas de acessibilidade para Pessoas com Necessidades Especiais. Importante destacar que essas conquistas só foram conseguidas graças à plena comunhão de ideias da Diretoria da Federação, nesses últimos 17 anos. Conjugamos o verbo “construir”, com planejamento e seriedade, para juntos, ampliarmos o patrimônio da categoria comerciária. Neste campo, no sentido clássico do verbo, uma das mais relevantes conquistas para a categoria foi a construção da moderna torre de onze andares, onde funciona a sede Central da Federação, no bairro de Pinheiros, em São Paulo, desde 2010.</p>
<p>Capacitação</p>
<p>Uma outra importante conquista para garantir o direito dos trabalhadores é a subsede da Federação em Campinas e o Centro de Estudos Jurídicos, instalados no mesmo prédio. Desde 2017, quando foram inauguradas, essas duas instituições tem feito história. Ali, a capacitação e qualificação dos advogados dos departamentos jurídicos dos nossos 72 Sindicatos Filiados, vem ganhando destaque, inclusive com a fixação no calendário do prestigioso Congresso dos Advogados, que reúne, em Praia Grande, todo ano, as maiores autoridades dos três poderes do Estado e do Governo Federal.</p>
<p>Como balanço das atividades da Federação poderia citar ainda que de 2007 a 2024 foram construídas 28 sedes a Sindicatos Filiados, doações de carros zero quilômetro para os deslocamentos das lideranças sindicais até as bases, além de outros prédios, cuja renda de aluguel é revertida para projetos, cursos, treinamentos e outros benefícios.</p>
<p>Esse quadro de realizações mostra que é possível crescer e avançar com vitoriosas campanhas salariais e com sucesso nas estratégicas campanhas de sindicalização, mesmo diante das ofensivas contra o movimento sindical, como a Reforma Trabalhista de 2017, entre outros embates enfrentados, até hoje, pelos trabalhadores brasileiros!</p>
<p>*Luiz Carlos Motta</p>
<p>Presidente da Fecomerciários, da CNTC e Deputado Federal (PL/SP)</p>
</div>
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