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	<title>Portal SindComerciários &#187; Geral</title>
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	<description>SindComerciários - Sindicato dos Comerciários de Bragança Paulista e Região</description>
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		<title>Entregas de Kit Bebê em Socorro e Bragança Paulista</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 18:58:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#160; Parabéns para as comerciárias Maiara Barbosa, funcionária do Supermercado União de Socorro; e Maria Aparecida, funcionária do Shopping da Utilidade de Bragança Paulista! Ambas receberam o Kit Bebê do SindComerciários! Parabéns &#x1f44f;&#x1f3fb;&#x1f60d;]]></description>
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<a href='http://www.sindcomerciarios.com.br/site/?attachment_id=5165'><img width="578" height="1024" src="http://www.sindcomerciarios.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/Kit-Bebe-1-578x1024.jpg" class="attachment-large" alt="Maiara Barbosa" /></a>
<a href='http://www.sindcomerciarios.com.br/site/?attachment_id=5166'><img width="576" height="1024" src="http://www.sindcomerciarios.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/Kit-Bebe-2-576x1024.jpg" class="attachment-large" alt="Maria Aparecida" /></a>

<p>&nbsp;</p>
<p>Parabéns para as comerciárias Maiara Barbosa, funcionária do Supermercado União de Socorro; e Maria Aparecida, funcionária do Shopping da Utilidade de Bragança Paulista! Ambas receberam o Kit Bebê do SindComerciários!<br />
Parabéns <img src="http://s.w.org/images/core/emoji/72x72/1f44f.png" alt="👏" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="http://s.w.org/images/core/emoji/72x72/1f3fb.png" alt="🏻" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="http://s.w.org/images/core/emoji/72x72/1f60d.png" alt="😍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<title>Conheça projeto que regula redes sociais para crianças e adolescentes</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 14:15:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O projeto de lei (PL) 2.628 de 2022 entrou na pauta da Câmara dos Deputados nesta semana após a repercussão do vídeo influencer Felca Bressanim Pereira, que denunciou o uso de perfis nas redes sociais com crianças e adolescentes em situações consideradas inapropriadas para idade, a fim de conseguir engajamento e monetização dos seus canais. De autoria &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto de lei (PL) 2.628 de 2022 entrou na pauta da Câmara dos Deputados nesta semana após a repercussão do vídeo influencer Felca Bressanim Pereira, que denunciou o uso de perfis nas redes sociais com crianças e adolescentes em situações consideradas inapropriadas para idade, a fim de conseguir engajamento e monetização dos seus canais.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1654989&amp;o=node" alt="" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1654989&amp;o=node" alt="" /></p>
<p>De autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), o projeto foi relatado na Câmara pelo deputado Jadyel Alencar (Republicanos-Pi) e tem o apoio de centenas de organizações da sociedade civil que atuam com a proteção das crianças e adolescentes no Brasil.</p>
<p>Entre as medidas, o texto obriga as plataformas digitais a tomarem medidas “razoáveis” para prevenir riscos de crianças e adolescentes acessarem conteúdos ilegais ou considerados impróprios para essas faixas etárias.</p>
<p>Além disso, o PL prevê regras para supervisão dos pais e responsáveis e exige mecanismos mais confiáveis para verificação da idade dos usuários de redes sociais, o que atualmente é feito basicamente por autodeclaração.</p>
<p>A matéria ainda disciplina o uso de publicidade; a coleta e o tratamento de dados pessoais de crianças e adolescentes; estabelece regras para jogos eletrônicos, veda à exposição a jogos de azar; e prevê a atuação do Poder Público para cumprir a legislação.</p>
<p>A advogada de direitos digitais do Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) Marina Fernandes explicou à Agência Brasil que o PL adapta direitos que já estão previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente [ECA], mas que não costumam ser aplicados nas redes sociais. A organização integra a Coalizão de Direitos na Rede.</p>
<blockquote><p>“O PL cria um ecossistema de regulação para as plataformas digitais em relação a crianças e adolescentes. O projeto determina que as plataformas tenham mais deveres e obrigações. Inicialmente, no artigo 5º, por exemplo, ele traz que as plataformas devem prevenir danos à infância.”</p></blockquote>
<p><strong>Prevenir riscos</strong></p>
<p>Com 40 artigos e conhecido como ECA Digital, o projeto de lei determina no seu artigo 6º que as plataformas digitais devem adotar medidas para “prevenir e mitigar riscos” de crianças e adolescentes acessarem conteúdos que envolvam, entre outros pontos, exploração e abuso sexual; violência física; assédio; bullying virtual; incentivo a comportamentos de vícios; ou promoção e comercialização de jogos de azar; bebidas alcoólicas e tabagismo.</p>
<p>O PL afirma ainda o projeto não exime a responsabilidade do país, tutores ou quem se beneficia financeiramente da produção e distribuição pública de conteúdos com crianças e adolescentes.</p>
<p>Em casos de descumprimento da legislação, o projeto prevê advertências com prazo de medidas corretivas em até 30 dias. Persistindo a infração, poderá ser aplicada multa de até 10% do faturamento do grupo econômico no Brasil ou, na ausência de faturamento, de até R$ 50 milhões. Será possível ainda suspender temporariamente ou proibir o exercício das atividades de plataformas digitais em caso de as infrações não serem corrigidas.</p>
<p><strong>Faixa Etária</strong></p>
<p>O projeto de lei exige ainda que as plataformas avaliem o conteúdo que é distribuído para crianças e adolescentes de acordo com a faixa etária e indiquem “extensivamente” a todos os usuários sobre a classificação indicativa para o conteúdo divulgado.</p>
<p>Para impedir o acesso de crianças a conteúdos inapropriados, o projeto determina que as plataformas digitais deverão adotar “mecanismos confiáveis de verificação da idade a cada acesso do usuário, vedada a autodeclaração”.</p>
<p>A advogada do Idec Marina Fernandes disse que, mesmo as plataformas informando que as redes não são para menores de 13 anos, não há medidas para mitigar esse acesso atualmente.</p>
<blockquote><p>“Elas não têm nenhuma fiscalização sobre a verdadeira idade daqueles usuários. E elas sabem que tem crianças menores de 13 anos acessando. Existem conteúdos voltados à crianças menores de 13 anos.  O que PL traz no capítulo de verificação etária é de que elas seriam obrigadas a fazer uma verificação confiável”, comentou.</p></blockquote>
<p><strong>Supervisão Parental</strong></p>
<p>Outro capítulo importante do projeto regula a supervisão dos pais ou responsáveis no uso das redes sociais por adolescentes. Segundo o texto, as plataformas devem “disponibilizar configurações e ferramentas acessíveis e fáceis de usar que apoiem a supervisão parental”.</p>
<p>Organizações como a Meta informam que possuem esse serviço. Porém, a especialista do Idec, Marina Fernandes, destaca que esse tipo de ferramenta ainda não é eficiente.</p>
<blockquote><p>“Muitas vezes, os pais não sabem utilizar porque é difícil encontrar essas ferramentas. Muitas delas são muito aquém do que o necessário porque estão ligadas ao design da plataforma que é construído para viciar ou não permite que os pais desabilitem conteúdos nocivos”, explicou.</p></blockquote>
<p>Segundo Fernandes, o PL apresenta um rol de exigências para tornar a supervisão mais efetiva. “É muito fácil falar que a família é responsável, mas às vezes a família não tem condições de atuar porque não tem informações suficientes para agir”, completou.</p>
<p>Entre as medidas previstas no projeto, está a oferta de “funcionalidades que permitam limitar e monitorar o tempo de uso do produto ou serviço” por parte dos pais ou responsáveis.</p>
<p>O documento diz ainda que os provedores de serviços digitais “devem garantir que usuários ou contas de crianças e adolescentes de até 16 anos de idade estejam vinculados ao usuário ou à conta de um de seus responsáveis legais”.</p>
<p><strong>Publicidade</strong></p>
<p>O projeto de lei traz ainda uma série de regras para o direcionamento de propaganda para crianças e adolescentes,</p>
<blockquote><p>“É vedada a utilização de técnicas de perfilamento para direcionamento de publicidade comercial a crianças e adolescentes, bem como o emprego de análise emocional, realidade aumentada, realidade estendida e realidade virtual para esse fim”, diz o artigo 22.</p></blockquote>
<p>No artigo 25, proíbe-se a criação de perfis de usuários crianças e adolescentes para fins de propaganda, usando coleta e tratamento de dados pessoais obtidos dos perfis de menores de 18 anos.</p>
<p>“O PL veda especificamente que se use dados de crianças e adolescentes para perfilização comercial, ou seja, para enviar publicidade para essas crianças e adolescentes”, explicou Marina Fernandes.</p>
<p><strong>Poder Público</strong></p>
<p>O PL estabelece também que o Poder Público poderá atuar para regular os mecanismos previstos na legislação.</p>
<p>“Ato do Poder Executivo regulamentará os requisitos mínimos de transparência, segurança e interoperabilidade para os mecanismos de aferição de idade e supervisão parental adotados pelos sistemas operacionais e lojas de aplicativos”, afirma o parecer do relator.</p>
<p><strong>Oposição </strong></p>
<p>O PL 2628 encontra resistência da oposição liderada pelo Novo e pelo PL na Câmara dos Deputados. A líder do PL, deputada Caroline de Toni (PL-SC),  classificou o texto como tentativa de censurar as redes sociais e disse que foi procurada por representantes de plataformas digitais que alegaram “excesso de regulamentação”.</p>
<p>“As leis já existem para punir. O que a gente precisa é melhorar o ordenamento jurídico e melhorar essa integração [das policias com as plataformas]. São medidas pontuais para facilitar e dar segurança jurídica, sem querer usar isso como pretexto para censurar a liberdade de expressão das redes sociais”, afirmou</p>
<p>Procurada pela Agência Brasil, a Meta (dona da Facebook, Instagram e Whatsapp) não se manifestou sobre o PL 2628 até o fechamento desta reportagem.</p>
<p>O Conselho Digital, organização que reúne as gigantes da tecnologia Meta, Google, Tiktok, Amazon, entre outras, tem se manifestado pedindo alterações no texto.</p>
<p>Quando o tema estava em tramitação no Senado, o <a href="https://conselhodigital.org.br/2024/03/contribuicoes-do-conselho-digital-ao-pl-2628-2022/ " target="_blank">Conselho Digital criticou o que chamou de obrigações excessivas</a>.</p>
<blockquote><p>&#8220;O equilíbrio entre a remoção de conteúdos nocivos e a preservação da liberdade de expressão torna-se um ponto delicado. A imposição de obrigações excessivamente rigorosas às plataformas pode incentivar a remoção indiscriminada de conteúdos legítimos&#8221;, disse a organização que representa, no Brasil, a maior parte das principais big techs em atividade.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Fonte: Agência Brasil)</p>
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		<title>Tire dúvidas sobre consignado para CLT, que entra em vigor nesta sexta</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 12:53:21 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a promessa de oferecer crédito menos caro para cerca de 47 milhões de trabalhadores, o Programa Crédito do Trabalhador na Carteira Digital de Trabalho entra em vigor nesta sexta-feira (21). O novo instrumento financeiro abrange empregados da iniciativa privada com carteira assinada, incluindo empregados domésticos, trabalhadores rurais e contratados por microempreendedores individuais (MEI). Praticado há décadas &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com a promessa de oferecer crédito menos caro para cerca de 47 milhões de trabalhadores, o Programa Crédito do Trabalhador na Carteira Digital de Trabalho entra em vigor nesta sexta-feira (21).</p>
<p>O novo instrumento financeiro abrange empregados da iniciativa privada com carteira assinada, incluindo empregados domésticos, trabalhadores rurais e contratados por microempreendedores individuais (MEI).</p>
<p>Praticado há décadas para servidores públicos e segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o crédito consignado permite juros mais baixos que os de mercado. Isso porque as parcelas são descontadas da folha de pagamento, o que reduz a chance de inadimplência.</p>
<p>A Agência Brasil preparou um guia com perguntas e respostas sobre o novo consignado para CLT:</p>
<p><strong>1. Como ter acesso?</strong></p>
<p>Na página da <a href="https://www.gov.br/pt-br/temas/carteira-de-trabalho-digital" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Carteira de Trabalho Digital</strong></a> na internet ou no aplicativo de mesmo nome, o trabalhador pode autorizar o compartilhamento dos dados do eSocial, sistema eletrônico que unifica informações trabalhistas, para pedir a proposta de crédito.</p>
<p><strong>2. Quanto tempo levará para receber as ofertas?</strong></p>
<p>Após a autorização de uso dos dados, o trabalhador recebe as ofertas em até 24 horas, analisa a melhor opção e faz a contratação no canal eletrônico do banco. A partir de 25 de abril, os bancos também poderão operar a linha do consignado privado dentro de suas plataformas digitais.</p>
<p><strong>3. Qual o desconto no salário?</strong></p>
<p>As parcelas do crédito consignado serão descontadas na folha do trabalhador mensalmente, por meio do eSocial, até a margem consignável de 35% do salário bruto, incluído comissões, abonos e demais benefícios. Após a contratação, o trabalhador acompanha mensalmente as atualizações do pagamento.</p>
<p><strong>4. Quem tem direito à nova modalidade de crédito?</strong></p>
<p>Qualquer trabalhador com carteira assinada, empregados domésticos e rurais; assim como empregados contratados por MEI (cada MEI pode contratar um trabalhador).</p>
<p><strong>5. O trabalhador precisa ir ao banco?</strong></p>
<p>Não. Neste momento, a contratação é feita somente por meio da Carteira de Trabalho Digital. A partir de 25 de abril, poderá ser feita diretamente no <em>site</em> ou aplicativo dos bancos.</p>
<p><strong>6. Quem tem um consignado pode fazer portabilidade?</strong></p>
<p>Os trabalhadores com outros consignados ativos podem migrar o contrato existente para o novo modelo dentro de um mesmo banco a partir de 25 de abril. Entre bancos diferentes, a partir de 6 de junho.</p>
<p><strong>7. Como fica o pagamento das parcelas em caso de demissão?</strong></p>
<p>No caso de desligamento, o valor devido será descontado das verbas rescisórias, observado o limite legal de 10% do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e 100% da multa rescisória. Se o valor descontado for insuficiente, o pagamento das parcelas é interrompido, sendo retomado quando o trabalhador conseguir outro emprego CLT. Nesse caso, o valor das prestações será corrigido. O trabalhador também poderá procurar o banco para acertar uma nova forma de pagamento.</p>
<p><strong>8. Como fica o pagamento em caso de mudança de emprego?</strong></p>
<p>Se o trabalhador trocar de emprego, o desconto em folha passará a ser feito pelo novo empregador por meio do eSocial.</p>
<p><strong>9. Haverá teto de juros?</strong></p>
<p>Não. Embora existam tetos de juros no consignado do INSS e no consignado para servidores públicos, o governo optou por não limitar as taxas na versão para trabalhadores da iniciativa privada.</p>
<p><strong>10. A que dados dos trabalhadores as instituições financeiras terão acesso?</strong></p>
<p>O compartilhamento segue as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Para fazerem as propostas de crédito, as cerca de 80 instituições financeiras habilitadas pelo Ministério do Trabalho poderão acessar os seguintes dados:</p>
<ul>
<li>nome;</li>
<li>Cadastro de Pessoas Físicas (CPF)</li>
<li>tempo de empresa;</li>
<li>margem do salário disponível para consignação; e</li>
<li>verbas rescisórias em caso de demissão.</li>
</ul>
<p><strong>11. Será possível migrar do Crédito Direto ao Consumidor (CDC) para o novo consignado?</strong></p>
<p>Sim, mas o trabalhador terá de procurar uma das 80 instituições financeiras habilitadas.</p>
<p><strong>12. Quem aderiu ao saque-aniversário pode contratar o novo consignado?</strong></p>
<p>Sim. Tanto quem fez o saque-aniversário como quem antecipou esse saque nos bancos pode ter acesso ao consignado para CLT. Os processos são independentes.</p>
<p><strong>13. O crédito consignado privado já existia?</strong></p>
<p>Sim. No entanto, a modalidade não tinha deslanchado entre os trabalhadores da iniciativa privada. A principal dificuldade era que, no caso do trabalhador CLT, o compartilhamento de dados do funcionário era burocrático. Até agora, as empresas privadas tinham de fazer convênios com determinado banco para possibilitar o desconto na folha de pagamento. O trabalhador CLT tinha a opção de pegar o crédito consignado apenas na instituição com a qual o empregador assinou o convênio e compartilhou os dados funcionais.</p>
<p>Enquanto o volume de crédito consignado privado encerrou 2024 em R$ 39,7 bilhões, o estoque de crédito consignado do INSS ficou em R$ 270,8 bilhões. No funcionalismo público, atingiu R$ 365,4 bilhões no fim do ano passado.</p>
<p><strong>14. O que muda no consignado para CLT?</strong></p>
<p>Com o novo programa, mais de 80 bancos e instituições financeiras poderão ter acesso ao perfil de trabalhadores com carteira assinada através do eSocial, sistema eletrônico obrigatório que unifica informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais de empregadores e empregados de todo o país. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o volume de crédito consignado privado poderá ultrapassar os R$ 120 bilhões neste ano.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Caixa começa a pagar Bolsa Família de janeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jan 2025 19:53:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Caixa Econômica Federal começa a pagar nesta segunda-feira (20) a parcela de janeiro do novo Bolsa Família. O calendário de pagamento é ligado ao Número de Inscrição Social (NIS), desta forma, hoje recebem o benefício os de final 1. Os beneficiários do Rio Grande do Sul recebem o pagamento nesta segunda, independentemente do NIS. O pagamento &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Caixa Econômica Federal começa a pagar nesta segunda-feira (20) a parcela de janeiro do novo Bolsa Família. O calendário de pagamento é ligado ao Número de Inscrição Social (NIS), desta forma, hoje recebem o benefício os de final 1.</p>
<p>Os beneficiários do Rio Grande do Sul recebem o pagamento nesta segunda, independentemente do NIS. O pagamento unificado beneficiará cerca de 620 mil moradores do estado. Quem mora em municípios em <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-01/chuvas-deixam-781-desabrigados-em-santa-catarina" target="_blank" rel="noopener noreferrer">situação de emergência</a> ou estado de calamidade pública em outros estados também recebe o Bolsa Família nesta segunda, independentemente do NIS.</p>
<p>O valor mínimo corresponde a R$ 600. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.</p>
<p>No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.</p>
<p>Além do benefício integral, cerca de 2,8 milhões de famílias estão na regra de proteção em janeiro. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.</p>
<h6>Fonte: Agência Brasil</h6>
<div class="carousel-caption">
<h6>Foto: LYON SANTOS/ MDS</h6>
</div>
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		<title>Taxa de desemprego entre mulheres foi 45,3% maior que entre homens</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 14:05:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[A taxa de desemprego entre as mulheres ficou em 7,7% no terceiro trimestre deste ano, acima da média (6,4%) e do índice observado entre os homens (5,3%). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o IBGE, &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego entre as mulheres ficou em 7,7% no terceiro trimestre deste ano, acima da média (6,4%) e do índice observado entre os homens (5,3%). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1620948&amp;o=node" alt="" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1620948&amp;o=node" alt="" /></p>
<p>De acordo com o IBGE, o índice de desemprego das mulheres foi 45,3% maior que o dos homens no terceiro trimestre do ano. O instituto destaca que a diferença já foi bem maior, chegando a 69,4% no primeiro trimestre de 2012. No início da pandemia (segundo trimestre de 2020), a diferença atingiu o menor patamar (27%).</p>
<p>No segundo trimestre deste ano, as taxas eram de 8,6% para as mulheres, 5,6% para os homens e 6,9% para a média. O rendimento dos homens (R$ 3.459) foi 28,3% superior ao das mulheres (R$ 2.697) no terceiro trimestre deste ano.</p>
<p>A taxa de desemprego entre pretos e pardos superou a dos brancos, de acordo com a pesquisa. A taxa para a população preta ficou em 7,6% e para a parda, 7,3%. Entre os brancos, o desemprego ficou em apenas 5%.</p>
<p>Na comparação com o trimestre anterior, houve queda nas três cores/raças, já que naquele período, as taxas eram de 8,5% para os pretos, 7,8% para os pardos e 5,5% para os brancos.</p>
<p>A taxa de desocupação para as pessoas com ensino médio incompleto (10,8%) foi maior do que as dos demais níveis de instrução analisados. Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi de 7,2%, mais do que o dobro da verificada para o nível superior completo (3,2%).</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Brasil ultrapassa marca de 5 mil mortes por dengue</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 13:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil já contabiliza 5.008 mortes por dengue em 2024. O número é mais de quatro vezes superior ao registrado ao longo de todo o ano anterior, quando foram notificados 1.179 óbitos pela doença. Há ainda 2.137 mortes em investigação pela doença. Dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses indicam que o país contabiliza 6.449.380 &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil já contabiliza 5.008 mortes por dengue em 2024. O número é mais de quatro vezes superior ao registrado ao longo de todo o ano anterior, quando foram notificados 1.179 óbitos pela doença. Há ainda 2.137 mortes em investigação pela doença.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1606821&amp;o=node" alt="" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1606821&amp;o=node" alt="" /></p>
<p>Dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses indicam que o país contabiliza 6.449.380 casos prováveis de dengue. O coeficiente de incidência da doença, neste momento, é de 3.176,1 casos para cada 100 mil habitantes e a letalidade em casos prováveis é de 0,08.</p>
<p>Os dados mostram que 55% dos casos prováveis se concentram entre mulheres e 45%, entre homens. O grupo de 20 a 29 anos responde pelo maior número de infecções, seguido pelos de 30 a 39 anos e de 40 a 49 anos. Já os grupos que registram menos casos são menores de 1 ano, 80 anos ou mais e 1 a 4 anos.</p>
<p>São Paulo concentra a maior parte dos casos prováveis de dengue (2.066.346). Em seguida estão Minas Gerais (1.696.909), Paraná (644.507) e Santa Catarina (363.850). Já os estados com menor número de casos prováveis são Roraima (546), Sergipe (2.480), Acre (4.649) e Rondônia (5.046).</p>
<p>Quando se considera o coeficiente de incidência da doença, o Distrito Federal aparece em primeiro lugar, com 9.749,7 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Em seguida estão Minas Gerais (8.266,9), Paraná (5.632,2) e Santa Catarina (4.781,5). Já as unidades federativas com menor coeficiente são Roraima (85,8), Sergipe (112,2), Ceará (138,9) e Maranhão (162,1).</p>
<p><em><strong>Fonte/crédito: Agência Brasil</strong></em></p>
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		<title>Voto favorável de Motta à Reforma Tributária contribui para a redução dos custos de alimentos</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jul 2024 18:46:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Motta: &#8221; Ela traz mudanças essenciais para o crescimento econômico e a criação de um ambiente mais favorável para os investimentos&#8221; Em regime de urgência, a Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira, 10, o texto base da Reforma Tributária (PLP 68/24), que agora segue para o Senado, onde será analisado e, se aprovado, encaminhado para &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3 class="mb-3" style="text-align: justify;" data-v-314202a5="">Motta: &#8221; Ela traz mudanças essenciais para o crescimento econômico e a criação de um ambiente mais favorável para os investimentos&#8221;</h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.sindcomerciarios.com.br/site/wp-content/uploads/2024/07/motaa.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-4714" src="http://www.sindcomerciarios.com.br/site/wp-content/uploads/2024/07/motaa.png" alt="motaa" width="800" height="500" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em regime de urgência, a Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira, 10, o texto base da Reforma Tributária (PLP 68/24), que agora segue para o Senado, onde será analisado e, se aprovado, encaminhado para a sanção presidencial. Foram 336 votos a favor, 142 contra e duas abstenções. O Deputado Federal Luiz Carlos Motta (PL/SP) votou “sim”. Também presidente da Fecomerciários e da CNTC, o parlamentar cumpriu o seu compromisso de atuar naquela Casa de Leis pela simplificação tributária, redução da burocracia, combate à evasão fiscal e promoção de um ambiente de negócios mais competitivo, com o tão esperado barateamento dos alimentos. Se aprovada no Senado, a nova legislação vai entrar em vigor gradativamente a partir de 2026.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alimento barato</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O relator da matéria, deputado Reginaldo Lopes, apresentou em Plenário um substitutivo. Na votação dos destaques, foi aprovada emenda que inclui carnes, peixes, queijos e sal na lista de alimentos com alíquota zero de Impostos (IBS e CBS), alimentos que estavam com redução de 60% das alíquotas. Além desses produtos, o texto inclui alíquota zero para o óleo de milho, a aveia e as farinhas e à redução de 60% de tributo, foram acrescentados pão de forma e extrato de tomate. São mudanças para baratear os alimentos do povo brasileiro que contaram com o “sim” do Deputado Motta. Também trabalhou para que a carne entrasse como alimento da cesta básica e articulou para que fossem feitas incorporações como a isenção dos planos de saúde de autogestão e previdência complementar fechada.</p>
<p style="text-align: justify;">A matéria segue para o Senado.</p>
<p style="text-align: justify;">A Reforma inclui:</p>
<p style="text-align: justify;">1) Unificação de tributos.</p>
<p style="text-align: justify;">2) Redução da cumulatividade de impostos.</p>
<p style="text-align: justify;">3) Implementação de mecanismos que beneficiam a população de baixa renda, como a restituição de parte dos impostos pagos em produtos da cesta básica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Motta </strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A Reforma tem de promover justiça fiscal. Ela traz mudanças essenciais para o crescimento econômico e a criação de um ambiente mais favorável para os investimentos&#8221;.</p>
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		<title>Saúde anuncia política para ampliar acesso a especialistas no SUS</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Apr 2024 11:38:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde lançou nesta segunda-feira (8) o Programa Mais Acesso a Especialistas. A proposta é reduzir o tempo de espera por cirurgias, exames e tratamentos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) por meio do fortalecimento do SUS Digital, facilitando o acesso a informações e ampliando o potencial de atendimentos remotos. Dados &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde lançou nesta segunda-feira (8) o Programa Mais Acesso a Especialistas. A proposta é reduzir o tempo de espera por cirurgias, exames e tratamentos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) por meio do fortalecimento do SUS Digital, facilitando o acesso a informações e ampliando o potencial de atendimentos remotos. Dados da pasta mostram que 99,9% dos municípios já aderiram ao SUS Digital.</p>
<p>Atualmente, serviços públicos e privados de saúde recebem recursos e são avaliados por fazerem procedimentos como consultas e exames. O foco, portanto, não é o cuidado integral do paciente ou a resolução do problema por meio da conclusão do diagnóstico e da oferta de tratamento em tempo hábil. A partir de agora, segundo o ministério, serviços públicos e privados serão estimulados a ampliar a oferta para o SUS baseados nessa nova lógica.</p>
<p>“O sistema atual é focado em procedimentos. Uma consulta, um exame. Se precisar fazer outro exame, é mais um tempo. Ou seja, a orientação não é que o cidadão possa ter todo esse processo feito no tempo certo com o acompanhamento no seu prontuário e com o seu direito”, disse. “Hoje, esse sistema não tem nenhuma integração com os cuidados na Saúde da Família e essa integração vai ser base pra esse processo”, avaliou a ministra da Saúde, Nísia Trindade.</p>
<p>“O atendimento será centrado na necessidade do paciente e não em procedimentos isolados. O paciente terá acesso a cuidados integrados, incluindo todos os exames e consultas necessários. Haverá uma redução do tempo de espera, da quantidade de lugares que o paciente precisa ir, além da ampliação do uso de telessaúde como suporte para todo esse processo”, explicou a ministra.</p>
<p>O novo modelo de atendimento proposto visa reduzir a quantidade de lugares que o paciente precisa ir e integra exames, consultas e acompanhamentos. “Se trata de reduzir tempo de espera. As pessoas têm que ser tratadas com dignidade e o sistema tem que resolver os problemas de saúde e não adiá-los – em alguns casos, isso significa uma grande perda da saúde ou, até mesmo, infelizmente, a perda da vida”, pontuou Nísia.</p>
<h2>Saúde da Família</h2>
<p>Com base no novo modelo, equipes de Saúde da Família, que atendem nas unidades básicas de saúde, terão o cadastro de pacientes revisado, para que possam ofertar um atendimento de qualidade, criando vínculo com o paciente e fazendo um acompanhamento territorial, focado nas particularidades de cada região.</p>
<p>A meta é criar, por ano, até 2026, 2.360 equipes de Saúde da Família, além de 3.030 equipes de Saúde Bucal e mil multiprofissionais. A previsão do governo federal é chegar a 80% de cobertura de pessoas com acesso e atendimento de qualidade na atenção primária.</p>
<p>“O médico de família vai ser o responsável por esse acompanhamento”, destacou a ministra da Saúde, Nísia Trindade, ao lembrar que 80% dos problemas podem ser resolvidos nas próprias unidades básicas de saúde. “Esse acompanhamento continuará a ser feito tendo a unidade básica de saúde como centro de todo esse processo”, completou, ao citar que a referência são sistemas universais de países como Reino Unido, Espanha e Canadá.</p>
<h2>Telessaúde</h2>
<p>Em março, o ministério abriu chamada pública para o SUS Digital. Em um mês, todos os 26 estados e o Distrito Federal, incluindo 5.566 de um total de 5.570 municípios, aderiram ao programa. Segundo a pasta, serão destinados R$ 460 milhões aos entes federados – os recursos vão apoiar a elaboração e implementação de planos de ação para a transformação digital.</p>
<p>Atualmente, 24 núcleos de telessaúde estão em funcionamento no país, sendo três deles com oferta nacional de telediagnóstico especializado. Por meio desses núcleos, especialistas como cardiologistas e oftalmologistas fazem consultas online e analisam diagnósticos de médicos que atuam na atenção primária.</p>
<p>Dados do ministério indicam que, em 2023, 1,2 mil municípios foram atendidos, por exemplo, com teleeletrocardiogramas com uma média de 6 mil laudos por dia. ”A iniciativa permite reduzir as barreiras geográficas, diante da dificuldade de levar profissionais especializados às regiões remotas, e assegurar o acesso da população a este atendimento”, avaliou a pasta.</p>
<h2>Recursos</h2>
<p>Em nota, a própria pasta admitiu que, ao longo dos últimos anos, o governo federal reduziu seu papel no financiamento da atenção especializada, sobrecarregando estados e municípios. Em 2023, os recursos destinados a esse tipo de atendimento, segundo o ministério, foram corrigidos. Com o programa Mais Acesso a Especialistas, os recursos ficam condicionados à realização do ciclo de cuidado no tempo máximo previsto.</p>
<p>“Os recursos federais só serão repassados aos gestores locais para poderem utilizar no custeio dos serviços públicos e contratação da rede privada caso realizem as consultas e exames necessários para um paciente num tempo máximo determinado. Esse modelo ganha relevância, por exemplo, na investigação diagnóstica dos casos suspeitos de câncer”, informou o ministério.</p>
<h2>Como vai funcionar</h2>
<p>O setor privado, que já conta com um importante papel na oferta de consultas e exames especializados, poderá aderir a editais estaduais ou municipais de chamamento que serão lançados com o apoio do ministério da Saúde, ou mesmo ter seus contratos vigentes aditivados para a oferta das chamadas Oferta de Cuidado Integrado (OCI), um conjunto de procedimentos e dispositivos de gestão do cuidado para um agravo ou doença específica.</p>
<p>A OCI para diagnóstico de câncer de mama, por exemplo, inclui: consulta com o mastologista; mamografia bilateral diagnóstica; ultrassonografia de mama; punção aspirativa com agulha fina; histopatológico; busca ativa da paciente para garantir a realização dos exames; consulta de retorno para o mastologista; e contato com a equipe de atenção básica para garantir a continuidade do cuidado.</p>
<p>“O valor que o ministério da Saúde irá repassar por cada OCI aos gestores que comprovarem sua realização nos serviços públicos e privados contratualizados é maior do que o somatório de cada procedimento isoladamente e foi atualizado com base no que é hoje praticado no mercado”, informou a pasta.</p>
<p>A proposta é que os gestores utilizem esses recursos para, por meio de contratos aditivados ou novos, remunerar melhor os prestadores que, além de ofertarem os procedimentos previstos nas OCIs, deverão adotar uma nova postura na jornada com o paciente, com base na humanização, na coordenação do cuidado, na resolutividade e na integração com a atenção primária.</p>
<h2>Adesão</h2>
<p>Para aderirem ao Mais Acesso a Especialistas, gestores estaduais e municipais deverão elaborar planos de ação indicando filas prioritárias, serviços responsáveis por cada OCI, quantidade de OCI que cada um deve ofertar por ano e o impacto financeiro correspondente. Com isso, será possível o planejamento das ações e o monitoramento da implementação dos planos de ação em cada região de saúde.</p>
<p>“Cada agravo de saúde, e as especialidades correspondentes, que exigem múltiplos acessos a serviços de atenção especializada e a realização de várias consultas/exames especializados para concluir uma etapa do cuidado terão uma OCI”, destacou o ministério. Num primeiro momento, os principais tipos de câncer (colo de útero, mama, próstata, colorretal e gastresofágico) serão prioridade, além de cardiologia, otorrinolaringologia e oftalmologia.</p>
<h2>Aplicativo</h2>
<p>A expectativa do governo é que, com o novo modelo de atendimento, cada cidadão e profissional de saúde possa monitorar o ciclo de cuidado no SUS por meio de tecnologias como o aplicativo Meu SUS Digital. O app funciona como uma espécie de prontuário na palma da mão, com todo o histórico do paciente.</p>
<p>Entre as funcionalidades do app estão a emissão da carteira de vacinação completa e do documento para retirada de absorventes pelo programa Farmácia Popular, além do acompanhamento em tempo real da fila de transplantes. A ferramenta soma mais de 49 milhões de <em>downloads</em>.</p>
<h2>Vacinas</h2>
<p>Durante o lançamento do programa, no Palácio do Planalto, em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu a dose da vacina contra a gripe. Com 78 anos, ele faz parte do público-alvo da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-02/saude-antecipa-vacinacao-contra-gripe-campanha-comeca-em-25-de-marco" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe</strong></a>, que teve início em 25 de março.</p>
<p>Além dos idosos com 60 anos ou mais, podem receber a dose no sistema público crianças de 6 meses a menores de 6 anos; trabalhadores da saúde; gestantes; puérperas; professores dos ensinos básico e superior; povos indígenas; pessoas em situação de rua; entre outros grupos prioritários.</p>
<blockquote><p>“Eu vou tomar aqui agora a vacina para incentivar o povo brasileiro a tomar vacina outra vez. Com vacina, a gente não vira jacaré, a gente não vira o que a gente não quer. Com vacina, a gente evita pegar doenças que podem matar as pessoas”, disse Lula.</p></blockquote>
<p>Na ocasião, Nísia destacou a importância da imunização contra a gripe, já que a doença ainda responde por muitas mortes no país, e citou outras doses disponíveis para a população.</p>
<p>“Neste momento, nós estamos com vacinação nas escolas; a vacina de poliomielite e nós não podemos ter retorno da poliomielite no Brasil; a vacina para sarampo; vacina de HPV, pensando nossos jovens de 9 a 14 anos. Essa vacina [contra o HPV], o ano passado, a gente teve um aumento de 42% das doses, mas nós temos que chegar a 80% de cobertura para meninas e meninos. Agora, em<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-04/hpv-quem-tem-uma-dose-esta-plenamente-vacinado-diz-ministerio" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong> uma dose só</strong></a> porque nossos cientistas mostraram que é eficaz”, disse.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>A cada 24 horas, ao menos oito mulheres são vítimas de violência</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 14:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Dados contabilizam casos de 2023 em oito estados brasileiros No ano de 2023, ao menos oito mulheres foram vítimas de violência doméstica a cada 24 horas. Os dados referem-se a oito dos nove estados monitorados pela Rede de Observatórios da Segurança (BA, CE, MA, PA, PE, PI, RJ, SP). A informação consta do novo boletim &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3 class="mb-3" data-v-314202a5="">Dados contabilizam casos de 2023 em oito estados brasileiros</h3>
<p>No ano de 2023, ao menos oito mulheres foram vítimas de violência doméstica a cada 24 horas. Os dados referem-se a oito dos nove estados monitorados pela Rede de Observatórios da Segurança (BA, CE, MA, PA, PE, PI, RJ, SP).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1583990&amp;o=node" alt="" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1583990&amp;o=node" alt="" /></p>
<p>A informação consta do novo boletim Elas Vivem: Liberdade de Ser e Viver, divulgado nesta quinta-feira (7). Ao todo, foram registradas 3.181 mulheres vítimas de violência, representando um aumento de 22,04% em relação a 2022, quando Pará e Amazonas ainda não faziam parte deste monitoramento.</p>
<p>Ameaças, agressões, torturas, ofensas, assédio, feminicídio. São inúmeras as violências sofridas que não começam ou se esgotam nas mortes registradas. Os dados monitorados apontaram 586 vítimas de feminicídios. Isso significa dizer que, a cada 15 horas, uma mulher morreu em razão do gênero, majoritariamente pelas mãos de parceiros ou ex-parceiros (72,7%), que usaram armas brancas (em 38,12% dos casos), ou por armas de fogo (23,75%).</p>
<p>“A mobilização contra o feminicídio e outras formas de violência salva vidas. Nós já perdemos mulheres demais, e ainda perderemos. É a denúncia incansável que preservará a vida de tantas outras”, disse a jornalista Isabela Reis, que assina o principal texto desta edição do relatório.</p>
<p><strong>Estados</strong></p>
<p>O novo boletim ampliou a área de monitoramento. Pela primeira vez, o Pará está entre as regiões mapeadas, ocupando a quinta posição no ranking entre os oito estados com 224 eventos de violência contra mulheres. No contexto da Região Amazônica, estão as desigualdades sociais e o garimpo, que agravam essas dinâmicas violentas, segundo o relatório.</p>
<p>Na comparação com 2022, os dados mostram São Paulo como o único estado a ultrapassar mil eventos de violência – alta de 20,38% (de 898 para 1.081). Em seguida vem o Rio de Janeiro, que registrou 13,94% (de 545 para 621) a mais que no ano anterior. Já o Piauí, embora registre menos casos em números absolutos, é o estado que registrou a maior taxa de crescimento: quase 80% de alta em um ano (de 113 para 202).</p>
<p>Também no Nordeste, com 319 casos de violência, Pernambuco registrou 92 feminicídios. A Bahia lidera em número de morte de mulheres (199), o Ceará é o estado com maior registro de transfeminicídios (7) e o Maranhão lidera os crimes de violência sexual/estupro (40 ocorrências).</p>
<p><strong>Metodologia</strong></p>
<p>Os dados são produzidos a partir de um monitoramento diário do que circula nas mídias sobre violência e segurança. As informações coletadas de diferentes fontes são confrontadas e registradas em um banco de dados que posteriormente é revisado e consolidado.</p>
<p>O monitoramento da Rede de Observatórios permite que crimes que têm evidências mas não são tipificados pela polícia, como violência contra mulheres (lesão corporal, ameaças e outros), possam ser nomeados corretamente. Dessa forma, é possível reduzir a subnotificação comum a esses casos e produzir análises mais seguras sobre o que ocorre na realidade, complementando e enriquecendo os dados oficiais.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Benefícios do INSS acima do mínimo terão reajuste de 3,71%</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 11:38:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Os benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) acima de um salário mínimo subirão 3,71% neste ano, confirmou hoje (11) o Ministério da Previdência Social. O reajuste seguirá o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano passado, divulgado mais cedo pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com a definição do &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) acima de um salário mínimo subirão 3,71% neste ano, confirmou hoje (11) o Ministério da Previdência Social. O reajuste seguirá o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano passado, divulgado mais cedo pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1576155&amp;o=node" alt="" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1576155&amp;o=node" alt="" /></p>
<p>Com a definição do índice de reajuste, o teto do INSS subirá R$ 278,52. Os benefícios de valor mais alto passarão de R$ 7.507,49 no ano passado para R$ 7.786,01 em 2024.</p>
<p>Além de corrigir os benefícios acima de um salário mínimo, o INPC também é aplicado para o reajuste das contribuições para a Previdência Social. Essas contribuições sobem conforme o salário. Quanto mais o trabalhador na ativa recebe, mais está sujeito a alíquotas adicionais que elevam a contribuição.</p>
<p>Os benefícios atrelados ao salário mínimo subirão 8,4%, de R$ 1.320 para R$ 1.412. A variação corresponde à política correção aprovada em agosto do ano passado, que prevê a reposição da inflação pelo INPC do ano anterior, mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.</p>
<p>O <a href="http://%3Chttps//agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/lula-assina-decreto-que-reajusta-salario-minimo-para-r-1412%3E" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>decreto com o valor do salário mínimo</strong></a>, que responde pela maior parte dos benefícios da Previdência Social, foi assinado no fim de dezembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>O INSS começará a pagar os benefícios de janeiro no fim do mês. Para quem ganha um salário mínimo, o pagamento da aposentadoria, pensão ou auxílio será feito entre 25 de janeiro e 7 de fevereiro. Quem recebe além do mínimo terá o benefício depositado entre 1º e 7 de fevereiro.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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