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	<title>Portal SindComerciários &#187; Artigos</title>
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	<description>SindComerciários - Sindicato dos Comerciários de Bragança Paulista e Região</description>
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		<title>Como enfrentar a onda de desemprego?</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2016 16:10:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por João Guilherme Vargas Netto* O desemprego é um terror para os trabalhadores e um veneno para o movimento sindical. É preciso enfrentá-lo, com unidade e determinação, para que as baixas que ele provoca não se prolonguem por muito tempo e não se transformem em carnificina. A primeira atitude é a de garantir a unidade de &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por João Guilherme Vargas Netto*</em></p>
<p>O desemprego é um terror para os trabalhadores e um veneno para o movimento sindical. É preciso enfrentá-lo, com unidade e determinação, para que as baixas que ele provoca não se prolonguem por muito tempo e não se transformem em carnificina.</p>
<p>A primeira atitude é a de garantir a unidade de ação sindical, na base e na cúpula, para resistir à onda de desemprego, que divide os trabalhadores.</p>
<p>Na sequência, exige-se a luta coerente pela retomada do desenvolvimento, com a modificação de rumos da política econômica privilegiada pelos rentistas, obtendo-se a queda dos juros, o aumento do crédito, incentivos aos investimentos, e luta pela produtividade.</p>
<p>Em terceiro lugar, comparece a busca de soluções parciais positivas relacionadas a setores específicos onde mais o calo dói.</p>
<p>Um bom exemplo é a proposta para a renovação da frota de caminhões; outro exemplo é a iniciativa (apoiada pelas Centrais) de aliviar as empresas de construção pesada do ônus punitivo da Lava-Jato.</p>
<p>Algumas outras medidas, também pontuais e localizadas, como o PPE e o <em>lay-off</em>, podem ser aceitas para diminuir os estragos das demissões intempestivas e maciças. É preciso garantir que se percorra todo o arsenal de medidas celetistas contra as demissões antes de se chegar ao fato consumado.</p>
<p>As direções sindicais devem se manter atentas aos sinais vindos das bases e das empresas para evitar a “ruptura de barragem” e a lameira das demissões. O reforço da representatividade do Sindicato deve ter, como motivação, este objetivo.</p>
<p>Antes que as demissões (principalmente as que atinjam fortemente uma dada empresa ou setor) sejam anunciadas, deve-se buscar o diálogo com o setor empresarial, alertando os patrões sobre as consequências negativas e desorganizadoras das demissões em massa e articulando ações comuns em defesa da empresa, do setor e dos empregos.</p>
<p>As greves contra as demissões não devem ser descartadas; elas podem ser um sinal de alerta ao perigo, como também a manifestação de repúdio ao acontecido (neste caso, as dificuldades são maiores, devido ao clima de terror que o “passaralho” provoca).</p>
<p>E, por fim, remediadamente, deve-se garantir o funcionamento efetivo de toda a rede social de proteção ao emprego e ao desempregado (a começar pelos serviços dos Sindicatos), exigindo as menos piores condições pelas empresas e vigiando a atuação dos agentes públicos (MTPS, procuradorias, seguro-desemprego, INSS e outros).</p>
<p><em>*João Guilherme Vargas Netto é consultor de diversas entidades sindicais e membro do corpo técnico do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar)</em></p>
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		<title>Uma crise de todos</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2015 23:18:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Patrões têm o capital. Trabalhadores o trabalho. Nem sempre os interesses de ambos coincidem. No entanto, há uma série de temas vitais que se não forem defendidos de forma conjunta acabam provocando a morte tanto do capital quanto do trabalho ao mesmo tempo. É como se todos estivessem num mesmo barco em mar revolto tentando &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Patrões têm o capital. Trabalhadores o trabalho. Nem sempre os interesses de ambos coincidem. No entanto, há uma série de temas vitais que se não forem defendidos de forma conjunta acabam provocando a morte tanto do capital quanto do trabalho ao mesmo tempo. É como se todos estivessem num mesmo barco em mar revolto tentando chegar a um porto seguro. Todos precisam remar na mesma direção e no mesmo ritmo para se salvar.<br />
O comércio emprega hoje no Brasil aproximadamente 13 milhões de trabalhadores, sendo quase três milhões só no Estado de São Paulo. É a maior categoria profissional do setor privado do país e responsável por uma gorda fatia do PIB.<br />
O desemprego que atinge todos os setores da economia, a redução do volume de crédito, a inflação e a queda dos investimentos do poder público e por consequência da iniciativa privada é o retrato de uma crise que precisa urgentemente de uma solução conjunta entre todos que fazem um País mais rico. Estamos diante de uma nuvem de incertezas que pode levar o barco a pique. O cenário piorou com o anúncio do aumento da carga tributária e da supressão de direitos adquiridos.<br />
Empresas e trabalhadores vêm fazendo a sua parte. De um lado as lojas negociam suas compras até a exaustão para oferecer o melhor preço para seus clientes. Fazem gestão estratégica para reduzir custos. Oferecem liquidações para fazer caixa e pagar suas dívidas. Treinam funcionários para atender os clientes da melhor forma, mas as vendas vêm caindo em ritmo preocupante.<br />
Os trabalhadores, por meio de seus sindicatos, federações e confederações, investem em capacitação e negociam até o limite salários e direitos para suas categorias. Ainda assim, enfrentam o fantasma do desemprego e a redução do poder aquisitivo provocados pela inflação e pela queda das comissões de vendas.<br />
Trabalhadores com emprego, remuneração e qualidade de vida são também consumidores que movimentam a roda da economia e fortalecem suas empresas. Ambos contribuem para a principal receita do governo: os impostos.<br />
Mas esse barco agora está à deriva porque um setor rema contra. É o Governo Federal, que precisa fazer a sua parte mas insiste na manutenção de políticas econômicas recessivas e adotadas sem o necessário diálogo com a sociedade.<br />
Entre as últimas “estratégias” anunciadas recentemente pelo governo está a volta da Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF). Apresentado como uma alíquota de 0,20%, o imposto despertou o interesse de estados e municípios, o que pode fazer seu valor subir para 0,38%.<br />
A CPMF pode parecer baixa, mas é paga por toda a cadeia produtiva a cada movimentação, por fornecedores, comerciantes e clientes. O resultado é um tiro no pé, com o encarecimento dos produtos desestimulando ainda mais o consumo e acenando para a manutenção da recessão, com queda na arrecadação de impostos e uma crise em espiral.<br />
No entanto somos otimistas e acreditamos que ainda dá tempo de corrigir o rumo e apostarmos em um Brasil com economia forte e estável para trabalhadores e empresários.</p>
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		<title>Dia de Luta das Pessoas com Deficiência</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Sep 2015 23:28:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A participação de pessoas com deficiência no mercado de trabalho cresceu 6,57% em 2014, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) divulgados neste mês de setembro. Isso significa 23,5 mil empregos para indivíduos desse grupo no ano passado. A notícia é boa, mas a luta pela inclusão deve continuar. Datas como o Dia &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A participação de pessoas com deficiência no mercado de trabalho cresceu 6,57% em 2014, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) divulgados neste mês de setembro. Isso significa 23,5 mil empregos para indivíduos desse grupo no ano passado. A notícia é boa, mas a luta pela inclusão deve continuar.<br />
Datas como o Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, em 21 de setembro, são apropriadas para lembrarmos a importância de termos, cada vez mais, ações para que essas pessoas sejam incluídas no mercado de trabalho. O objetivo é que esses dados se repitam cada vez mais.<br />
A preocupação sobre a inclusão deve ser ainda maior na categoria comerciária, composta por trabalhadores que atuam como atendentes, vendedores e balconistas e diretamente com o público.<br />
Portanto, o comércio deve ser um espaço inclusivo, abraçando as pessoas com deficiência dos dois lados do balcão, como funcionários e clientes. Investir em acessibilidade e inclusão contribui para que essas pessoas tenham autonomia para fazer suas compras ou trabalhar, garantindo qualidade de vida.<br />
Ao representar 2,7 milhões de trabalhadores em todo o Estado, a Fecomerciários investe em ações permanentes de responsabilidade social, como o Café Sensorial. Realizada em parceria com os nossos 68 Sindicatos Filiados, a iniciativa traz palestras e dinâmicas para despertar a necessidade de promover a inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho, em especial no empresariado.<br />
Nós, das entidades sindicais comerciárias, estamos engajados em garantir os direitos das pessoas com deficiência no mercado de trabalho e continuaremos lutando para que cada vez mais esses trabalhadores estejam presentes em estatísticas positivas como essa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Luiz Carlos Motta</strong></p>
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		<title>Trabalhador ameaçado pela crise</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2015 13:32:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O governo brasileiro vive um período turbulento, enfrenta obstáculos e instabilidades econômicas e política. Momentos como esse requerem foco redobrado na defesa dos direitos e nos interesses daqueles que são sempre mais afetados pelas crises: os trabalhadores. Fatos recentes demonstram uma pressão para que a conta dos problemas financeiros do Brasil seja paga pela classe &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro vive um período turbulento, enfrenta obstáculos e instabilidades econômicas e política. Momentos como esse requerem foco redobrado na defesa dos direitos e nos interesses daqueles que são sempre mais afetados pelas crises: os trabalhadores.<br />
Fatos recentes demonstram uma pressão para que a conta dos problemas financeiros do Brasil seja paga pela classe trabalhadora, impulsiona o mercado (com produção e consumo), mesmo que recessivo. Alguns exemplos são a aprovação das Medidas Provisórias 664 e 665, que restringem o acesso a direitos trabalhistas como seguro-desemprego e pensão por morte. Por outra frente, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4.330/04, que tenta ampliar a terceirização e, consequentemente, ataca a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), uma das maiores conquistas legais dos trabalhadores. Agora, a matéria está no Senado, como PL 30/15.</p>
<p><strong>Superar barreiras</strong></p>
<p>O Brasil já deu provas de que é capaz de promover avanços na qualidade de vida, na segurança financeira e no bem-estar social. Retroceder agora seria um erro, além de representar uma ameaça para a estabilidade no emprego e nos direitos dos trabalhadores. Portanto, contas precisam ser feitas e barreiras, superadas. Ainda assim, é necessário vigilância para evitar que o momento conturbado seja utilizado como desculpa por aqueles que buscam oportunidades para solapar conquistas.<br />
Esses profissionais já sofrem os efeitos da inflação, que aumenta a cada mês os custos com a feira e o mercado, e convivem muitas vezes com a diminuição do consumo. Um exemplo é a categoria comerciária, na qual boa parte depende das comissões para complementar seus salários. A mesma categoria também é afetada pelas mudanças nos direitos trabalhistas, já que é dominada por trabalhadores jovens. Pelo menos 28% dos comerciários possuem de 18 a 24 anos e 19% têm entre 25 e 29 anos.<br />
Esses jovens do comércio, de maneira geral, estão no primeiro emprego, em busca de estabilidade e independência financeira, seja para pagarem estudos e especializações, seja para ajudar no sustento das famílias.</p>
<p><strong>Retomada de investimento</strong></p>
<p>A crise em que o País está não será superada com meras manobras e malabarismos econômicos, muito menos com a punição daqueles que sempre sustentaram a nação. É preciso retomar o investimento e a atividade produtiva para aumentar as oportunidades de emprego, melhorando a distribuição de renda e as políticas sociais e de defesa da classe trabalhadora. O projeto de desenvolvimento nacional deve ser centrado exatamente no fortalecimento econômico da população, com combate à inflação e ao aumento dos juros. A defesa do emprego e do poder de compra dos trabalhadores, o apoio às micros, pequenas e médias empresas também são necessários, entre outros pontos.<br />
A saída para a crise em que o Brasil se encontra não passa pela redução de direitos e benefícios trabalhistas tão almejada por grupos econômicos e rentistas que pressionam o Congresso Nacional e tentam tirar proveito da instabilidade política, mas pelo caminho inverso. Esse caminho respeita a base econômica do Brasil e a valoriza, propiciando condições para que o trabalho possa retomar o ritmo de crescimento. Para que isso ocorra, a população deve fazer coro com as centrais sindicais que continuam unidas, representando os trabalhadores na luta contra o retrocesso econômico e em defesa dos direitos trabalhistas.</p>
<p><strong>Luiz Carlos Motta</strong><br />
<strong>Presidente</strong></p>
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		<title>Compromisso com a inclusão</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2015 13:36:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Diretoria da Federação dos Comerciários e seus 68 Sindicatos Filiados tiveram a grata satisfação em iniciar o cumprimento de um compromisso pautado numa iniciativa humana e transformadora: a primeira “Ação Social de Inclusão da Diversidade Humana”. A atividade aconteceu na quinta-feira (27/8) no Clube de Campo dos Comerciários de Sorocaba (ver matéria neste Portal) &#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Diretoria da Federação dos Comerciários e seus 68 Sindicatos Filiados tiveram a grata satisfação em iniciar o cumprimento de um compromisso pautado numa iniciativa humana e transformadora: a primeira “Ação Social de Inclusão da Diversidade Humana”. A atividade aconteceu na quinta-feira (27/8) no Clube de Campo dos Comerciários de Sorocaba (ver matéria neste Portal) e superou as melhores expectativas.<br />
Agradeço o apoio, neste importante evento, da Prefeitura de Sorocaba, do Governo Alckmin, por meio da Secretaria Estadual do Emprego e Relações do Trabalho, que abrilhantou nossa programação com o Programa de Apoio à Pessoa com Deficiência, o Padef. Estendo também meus cumprimentos às entidades assistenciais de Sorocaba que montaram 30 estandes no Ginásio Poliesportivo do Clube na intenção de sensibilizar a comunidade diante de uma situação que requer toda a nossa atenção e toda a nossa preocupação! Palestras de renomados especialistas foram didáticas e esclarecedoras.<br />
O objetivo do Departamento de Educação e de Responsabilidade Social da nossa Federação é humanizar e transformar os ambientes de trabalho em várias frentes de atuação. Uma das nossas principais realizações cuida da inserção de pessoas com deficiência, reconhecendo todas suas potencialidades, capacidades e tendo acesso a gestos de superação.<br />
Para nós, este dia 27 de agosto de 2015 marca uma data importante para o Sindicato dos Comerciários de Sorocaba, dirigido pelo combativo presidente Ruy Queiroz de Amorim, o qual parabenizo, bem como sua Diretoria, pela inciativa inédita no sindicalismo brasileiro em realizar um evento desta magnitude no Clube de Campo dos Comerciários.<br />
A data é igualmente marcante para todo o movimento sindical comerciário onde representamos cerca de 2,7 milhões de trabalhadores no Estado de São Paulo. A realização desta primeira “Ação Social de Inclusão da Diversidade Humana”, a Asidh, reafirma o nosso compromisso com a inclusão. Estamos engajados na manutenção e na ampliação, participando de eventos desta importância, e também promovendo palestras, e dinâmicas, entre outras agendas.<br />
São atitudes que buscam despertar a consciência dos empresários, dos trabalhadores, da sociedade civil em geral sobre os benefícios de se promover a inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho.<br />
Cito como exemplo nossa dinâmica chamada “Café Sensorial”. Em parceria com nossos Sindicatos Filiados, já desenvolvemos centenas de encontros em todo o Estado. Neles, os participantes vivenciam o que é, de fato, a intitulada “Deficiência com Eficiência”. Assim com na Asidh, pude presenciar os mais emocionantes depoimentos de pessoas que despertaram, durante os trabalhos, para a necessidade de se respeitar a capacidade e os direitos da pessoa com deficiência.<br />
Para nossa alegria, o “Selo de Reconhecimento Social” criado pela nossa Federação, em 2013, já pode ser visto nas dependências dos nossos Sindicatos Filiados; sinal que estamos no caminho certo desta inclusão. Os resultados do programa “Café Sensorial” também podem ser constatados com a empregabilidade que a dinâmica tem gerado no comércio, e como não poderia deixar de ser, nos nossos próprios Sindicatos.<br />
O estreitamento dos vínculos desta causa com o mundo do trabalho ocorreu ao longo do dia 27 de agosto na Asidh por meio de uma programação enriquecedora e diversificada. Estiveram disponíveis serviços com a intermediação de mão de obra para o mercado de trabalho, recebimento de currículos e emissões de primeiras e segundas vias da Carteira Profissional.<br />
Desenvolvemos, portanto, a inclusão de pessoas com deficiência promovendo atitudes na prática. Certamente, os encaminhamentos aqui deliberados vão sensibilizar e conscientizar a sociedade local. Ainda mais frente à necessidade de se fazer cumprir a Lei de Cotas que ainda é ignorada por alguns patrões.<br />
Reforço, portanto, meus cumprimentos a todos os presentes. Vamos continuar juntos lutando para a ampliação dos direitos e das oportunidades de trabalho às pessoas com deficiência, com respeito e a dignidade com as quais elas devem ser tratadas.</p>
<p><strong>Luiz Carlos Motta</strong><br />
<strong>Presidente</strong></p>
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